domingo, 24 de novembro de 2013

Uma sede para o Tocándar... mais uma vez!...

Perdoe-se-me se volto a falar do assunto. Eu não me perdoaria,  se não falasse e falasse de novo e de novo até ver a questão resolvida.
Perdoem-me aqueles que acham que devíamos ser nós a construir uma sede. Eu também lhes perdoarei o facto de, provavelmente, não saberem do que falam…
Mas não posso perdoar a um poder político local que, encontrando (e bem!) solução de instalações para uma série de projetos que considera importantes para a cidade, não encontra forma (ou não quer!) de resolver esta questão que atravessou já, sem resolução, diferentes maiorias políticas. Será que é desta? Será que temos de perder todos a paciência e concentrar-nos na Praça Stephens, para rufar as nossas razões?
Digo e repito, mais uma vez, uma proposta que me parece ser a que melhor serve os interesses da comunidade. Mostrei o local a diversos eleitos de distintos órgãos municipais. Falei dela em diversos fóruns, em diversos locais. Escrevi sobre ela.
Deixo-vos as fotografias, convencido de que as imagens valem mais que mil palavras. E deixo a questão: até quando?
 
 






4 comentários:

Carlos Logrado disse...

Do que depender de mim, é para amanhã.
Se quiseres que, como vereador, apresente uma proposta em concreto, no executivo camarário, telefona-me para a elaborarmos. Pode ser amanhã.
Abraços.

Carlos Logrado disse...

Se quiseres a sede em 2014, temos de andar muito depressa porque o orçamento deve estar em elaboração.

A. Constancio disse...

A atual composição política do executivo, ainda que esteja definida uma maioria política resultante de uma coligação, deixa espaço para que o exercício da democracia se faça, fora do espartilho da bipolarização entre dois, depois de canibalizado o 3º que desempatava.
Para ser mais claro, o aparecimento dos dois movimentos e o perfil dos seus vereadores eleitos, abre portas à apresentação de propostas, que se forem bem fundamentadas e integradas numa estratégia com que as pessoas se identifiquem, dificilmente serão rejeitadas, até porque partimos do princípio que a maioria também quer o melhor para o Concelho.

Anónimo disse...

Estou otimista que com a atual composição executiva este "candro", será resolvido.
Mas deve sê-lo o quanto antes!